quarta-feira, 13 de abril de 2011

PEDRAS

AS PEDRAS


"O distraído tropeçou nela,

O bruto usou-a como projéctil,

O empreendedor usando-a, construiu,

O camponês cansado da lida, fez dela assento,

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond de Andrade, poetizou-a,

Já David matou Golias,

E Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura.

Em todos estes casos a diferença nunca esteve na pedra,

mas no homem.


Não existe “pedra” no seu caminho que você

não possa aproveitá-la para o seu crescimento.

Cada instante que passa é uma gota de vida

que nunca mais torna a cair,

aproveite cada gota para evoluir.

Das oportunidades saiba tirar o melhor proveito,

talvez não tenha outra chance".

(Antônio Carlos Vieira)

"No meio do caminho tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

tinha uma pedra no meio do caminho

tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento

na vida de minhas retinas tão fatigadas.

Nunca me esquecerei que no meio do caminho

tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

no meio do caminho tinha uma pedra".


Um comentário:

  1. Boa tarde Karla.

    Esse meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...
    O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em:
    http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

    A forma original do poema:

    O distraído, nela tropeçou,
    o bruto a usou como projétil,
    o empreendedor, usando-a construiu,
    o campônio, cansado da lida,
    dela fez assento.
    Para os meninos foi brinquedo,
    Drummond a poetizou,
    Davi matou Golias...
    Por fim;
    o artista concebeu a mais bela escultura.
    Em todos os casos,
    a diferença não era a pedra.
    Mas o homem.

    Título: A pedra
    Nome do autor: Antonio Pereira (Apon)
    Link para a fonte original: http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

    Solicito a cooperação na Correção do conteúdo, incluindo os créditos necessários ou a exclusão do mesmo, para que o poema não siga equivocadamente como de “autor desconhecido” ou com outras possíveis distorções quanto a real autoria.

    Se possível, conto com a colaboração na divulgação desses esclarecimentos em Blogs/Sites e Redes Sociais.

    Um grande abraço.

    Antonio Pereira (Apon)

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